Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa ou tudo é e não é?

Como diria a redatora Lenise Regina…

Minha intenção aqui não é descobrir a pólvora, tampouco provar a existência de um teorema.

Nunca fui fã da mentira por uma simples razão: meu pai sempre foi muito severo e exemplar com a verdade. Outrora deparei em uma situação bastante delicada na qual duas palavras, diretamente ligadas ao comportamento humano, entraram em conflito na minha pequena/grande cabeça (risos): OMISSÃO vs. MENTIRA.

Como todo bom curioso, era necessário checar a real diferença dos termos pautados.

Bom… Mentira já estava fora de cogitação, mas “omissão” foi um choque! Imediatamente tive a necessidade de deletar o comportamento “ser omisso” da vida. Claro, é uma missão desafiadora, mas absolutamente possível.

Depois de muita reflexão, resolvi compartilhar a experiência… Pode ser que alguém tire proveito…

Segundo o Dicionário Priberam da Lingua Portuguesa, os significados são:

omitir | v. tr.

  1. Preterir; esquecer; postergar; olvidar.
  2. Deixar de fazer ou dizer.
  3. Deixar de lado, passar em claro.

OMISSÃO s. f.

  1. Acto! ou efeito de omitir.
  2. Lacuna, falta, silêncio.salvo

omissão: se não houver omissão.

mentir | v. intr.

  1. Dizer o que não é verdade.
  2. Dizer o que não se pensa.
  3. Enganar.
  4. Fig. Falhar, malograr-se.
  5. Faltar.
  6. Não cumprir o prometido ou o que era de esperar.

MENTIRA (origem controversa) s. f.

  1. Acto! de mentir.
  2. Engano propositado. = falsidade
  3. História falsa. = patranha, peta, tanga
  4. Aquilo que engana ou ilude. = fantasia, ilusão

Pergunto: existe diferença em os pontos?

Independente das escolhas, uma coisa pode ser uma coisa e outra coisa ser outra coisa. As vezes, a generalização seguida de erro humano causa prejuízos desnecessários as relações, mas como diria William Shakespeare, você pode aprender realmente que pode suportar, ser forte, que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.

Realmente a vida e o amor tem valor e VOCÊ tem valor diante da vida.

Como tudo pode ser, mas tudo não é… A melhor escolha que pude fazer foi deletar o tal “ser omisso” da minha vida. Notei que era um comportamento prejudicial a minha vida pessoal e profissional. Afinal, a gente aprende! 🙂

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